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Coccidiose: doença parasitária que infecta silenciosamente criações inteiras

Seguindo as postagens semanais sobre as doenças que compõem o Check Preventivo oferecido pelo São Camilo Biotecnologia, hoje o post será sobre a Coccidiose – principal infecção parasitária presente na criação de aves de estimação. A doença é causada por protozoários intracelulares dos gêneros Isospora e Eimeria, entretanto, um fator bastante preocupante é que muitas espécies são causadoras da doença e responsáveis por quadros clínicos extremamente variáveis. Essas variações vão desde infecções subclínicas (saiba mais sobre neste post) onde a doença é imperceptível ou, até mesmo, surtos com alta mortalidade.

Esse tipo de infecção possui proporção mundial, no nosso país já foi relatada infecção em praticamente todas as espécies de aves de estimação, bem como, galinhas domésticas. Sendo assim, essa informação reafirma que pode ocorrer simultaneamente a infecção em mais de uma espécie de um mesmo criadouro.

Essa doença quando acomete uma ave produz estruturas reprodutivas chamadas de oocistos, que são eliminados nas fezes, na forma não infectante, ou seja, estão inativos. Então, no meio ambiente, sob condições adequadas de temperatura e umidade se iniciará o processo para a conversão da forma inativa para a infectante. Um agravante nesta situação é que o protozoário é absurdamente resistente aos fatores ambientais, podendo permanecer por mais de seis meses no ambiente à espera de um hospedeiro para infectar.

Infecção

A infecção ocorre por meio da ingestão de alimentos, água e fezes contaminadas com esses oocistos ativos, que são a forma infectante. Além disso, poeira das fezes, comedouros, bebedouros, roupas, calçados e até mesmo moscas podem contribuir para a disseminação da infecção. Alguns fatores contribuem para a alta transmissão de Coccidiose dentro de um criadouro, entre eles estão:  a alta umidade das fezes e altas temperaturas, situação que favorece a conversão dos oocistos da forma inativa para a ativa.

Sintomas

A identificação da doença torna-se difícil pelos sintomas seres muito variados e até inexistentes. Há variação destes sintomas de acordo com a idade da ave, espécie do coccídeo (causador da doença) e região intestinal da infecção. De forma geral, os sintomas incluem: emagrecimento agudo (peito seco); mudança na pigmentação da pele da canela; penas arrepiadas, depressão, fezes aquosas, mucosas ou hemorrágicas; e manifestação de dor abdominal (ocorrida por conta da respiração acelerada). Como os sintomas são variados, há possibilidade de os pássaros serem acometidos por doenças secundárias.

Diagnóstico

Quanto ao diagnóstico, existem muitas facilidades inclusive oferecidas pelo São Camilo Biotecnologia. Normalmente basta um exame parasitológico de fezes para determinar o agente causador e iniciar o tratamento. Entretanto, alguns casos necessitam de exames um tanto mais sofisticado como é o caso da PCR. Uma recomendação importante é que se faça esse tipo de exame antes da reprodução, antes da troca de penas, toda vez que as aves voltam de campeonatos ou exposições, bem como, aquelas que são novas no criadouro, devem, portanto, ficar de quarentena até que se obtenha o resultado dos exames.

Tratamento

Após identificar o patógeno da doença, bem como, verificar qual porção do intestino está infectada é imprescindível a contratação de um Médico Veterinário, para que ele possa prescrever e tratar corretamente das aves, não havendo desperdício de fármacos como o antibiótico.

Gostou das informações? Continue acompanhando as postagens do Blog por meio da fanpage do laboratório e saiba mais no próximo texto. Se sua ave está se apresentando frágil ou com sintomas de alguma doença não hesite em entrar em contato com o São Camilo Biotecnologia, que atende o Brasil todo. Para mais informações sobre a realização de exames acesse o link http://bit.ly/checkuppreventivo, entre também em contato pelo telefone (44) 3029-9660.

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Exame de genotipagem confere aos criadores informações importantes para o sucesso com a criação

O assunto do Blog hoje é sobre um exame que ainda deixa alguns criadores com dúvidas quanto a sua importância e precisão. Dessa forma, o post consistirá em uma sucinta explanação sobre genotipagem, sendo, os pormenores de exames decorrentes dela, postados ao longo das próximas semanas. E, afinal, o que é isso? Vamos começar pelo DNA, que é o ácido desoxirribonucleico, ou seja, é um conjunto de moléculas onde estão contidas as informações genéticas de cada indivíduo, aquelas características que acabam passando de pais para filhos.

Sendo assim, essa capacidade de transmissão do DNA de uma geração para outra é denominada hereditariedade, situação que contribui para a variabilidade genética das espécies ao longo das gerações, bem como, para a diversidade dos organismos vivos no planeta.

E a realização de exames entra onde? Exatamente neste ponto! O São Camilo Biotecnologia possui uma das técnicas mais avançadas do mercado, a Reação em Cadeia da Polimerase, a PCR, que analisa diversas regiões do DNA das aves, oferecendo 99,9997% de certeza dos resultados das probabilidades genéticas.

Como funciona o exame? O início de tudo ocorre com a coleta da amostra biológica de cada ave que se deseja analisar, podendo ser sangue ou penas – sempre seguindo as especificações feitas pelo laboratório. Após a coleta, as amostras juntamente com a documentação necessária, devem ser encaminhadas ao laboratório pelos Correios.

O próximo passo fica por conta do São Camilo que recebe com seriedade cada amostra biológica, conferindo, cadastrando e encaminhando ao setor técnico para aí, então, ser iniciado o procedimento de análise.

Durante a análise, uma porção da amostra biológica é submetida a procedimentos de extração e purificação de DNA. Aqui entra a PCR (mencionada alguns parágrafos acima) e, neste instante, após a realização do procedimento, obtém-se o perfil genético individual da ave.

Após isso, entra em cena uma análise automática que é feita por um equipamento de eletroforese capilar para identificação alelos – únicos em cada ave.  Sendo assim, depois de toda essa análise minuciosa, a ave passa a ter um Registro Genético Único – feito uma única vez e encaminhado para um banco de dados – que possibilita: verificar paternidade e maternidade; probabilidade de parentesco; prova de identidade genética; reconstituição genética de aves (uma espécie de RG de uma ave falecida ou ausente); similaridade genética e estrutura genética do plantel.

Não se preocupe com todos esses nomes diferentes e difíceis! Para facilitar postaremos explanações sobre esses serviços, deixando você sempre atualizado sobre o que há de melhor no mercado de aves.

Para mais informações sobre exames disponibilizados pelo laboratório, acesse nossas redes sociais ou através do link http://bit.ly/registrogenetico, lá você encontra tudo bem especificado. É rápido, fácil e bastante simplificado pensando em você criador. Qualquer dúvida pode ser tirada também pelo telefone (44) 3029-9660.

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Bactéria Salmonela pode causar três tipos de doenças graves em aves

O assunto doença ainda assusta muitos criadores, não é por menos, pois cuida-se, investe-se e não há nada pior do que ver a criação sofrendo por algo que poderia ter sido evitado. Para isso os plantéis podem contar sempre com o São Camilo Biotecnologia que investe a cada dia na área tecnológica, bem como, em pessoas capacitadas para desenvolverem a excelência do laboratório que conta com mais de 10 anos no mercado.

Para tanto, com a intenção de informar criadores, leitores e seguidores das redes sociais resolvemos falar hoje sobre uma bactéria conhecida há mais de 100 anos, descrita pelo cientista americano Daniel Elmer Salmon, daí deriva o seu nome, estamos falando da Salmonella.

Para contextualizar o leitor vamos fazer um apanhado sobre a Salmonelose, que é um termo utilizado para denominar infecções provocadas por bactérias do gênero Salmonella, estas que pertencem à família Enterobacteriaceae. Tem-se conhecimento de 2500 variedades (sorotipos) desta bactéria, contudo cerca de 80 a 90 sorotipos apresentam importância biológica para saúde de animais e seres humanos, esse fator determina também qual doença que acometerá a ave.

As Salmonellas são bactérias que estão disseminadas no mundo como um todo, habitam o trato intestinal de muitas espécies, incluindo seres humanos, primatas não humanos, aves, equinos, suínos, cães, gatos, rato, dentre outros. O rato, especificamente, desempenha um papel importante na disseminação da doença, isso se deve ao fato dele ser um transportador natural dessas bactérias.

Quanto as aves, essas bactérias podem causar três enfermidades distintas: a Pulorose cujo agente é a Salmonella Pullorum; o Tifo Aviário causado pela Salmonella Gallinarum; e o Paratifo Aviário causado por qualquer outra Salmonella sp. que não seja as acima descritas.

Em torno de 3% dos organismos (homens e/ou animais) que apresentam diarreia por Salmonella, permanecem como fonte de infecção para o meio ambiente, ou seja, podem afetar os plantéis. Em aves, a bactéria pode colonizar o oviduto da fêmea e contaminar o ovo antes da formação da casca levando o embrião à morte.

O ovo pode ser contaminado também logo após a postura, a bactéria pode penetrar os poros do ovo e matar o embrião ou até mesmo levar ao nascimento de filhotes infectados. Estes, por sua vez, já detêm a doença e são responsáveis pela disseminação da doença no plantel causando a mortalidade de inúmeras aves. Outro fator preocupante é que a bactéria pode infectar as gônadas – ovários e testículos – de forma assintomática causando baixa fertilidade ou infertilidade nas aves infectadas.

Para o diagnóstico podem ser realizados exames de cultura de fezes em meios seletivos, no entanto, esse tipo de identificação não tem um resultado rápido, nem é funcional, pois dificulta o transporte do material para a realização de exames. Sendo assim, o método mais prático é a detecção molecular por meio de DNA, ou seja, a Reação em Cadeia da Polimerase, a PCR, oferecido pelo São Camilo Biotecnologia e que necessita somente da coleta de fezes das aves.

Conheça mais sobre o Check-up Preventivo que engloba estas patologias através do link http://bit.ly/checkuppreventivo, entre em contato também pelo telefone (44) 3029-9660.

Importante

A infecção pela bactéria mencionada em seres humanos e animais pode ser assintomática, sendo um risco para tratadores e para os criadores, ou seja, é uma zoonose. Os sintomas mais comuns são apresentados em diarreias agudas, dores abdominais, náusea e febre. Nos casos mais graves, a bactéria pode entrar na corrente sanguínea e levar à morte. Caso haja a cura da doença sem tratamento específico, o portador continua com a mesma bactéria instalada em seu intestino e, em momentos de estresse, podem reapresentar sintomas.

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Megabacteriose a doença silenciosa que prejudica o desenvolvimento de plantéis

O assunto do Blog hoje é a Megabacteriose que é uma das doenças que acometem os plantéis e que, muitas vezes, acaba deixando os criadores surpresos por sua presença. A doença surpreende por mascarar o real estado de saúde das aves, acometendo adultos e filhotes prejudicando, dessa forma, o desenvolvimento da criação de uma maneira geral.

Uma curiosidade com relação a Megabacteriose é que na realidade ela é causada por um fungo e não por uma bactéria como o próprio nome nos faria pensar. Desde a descoberta, a megabactéria foi classificada dessa forma pelos cientistas por ter tamanho expressivo, maior que grande parte das bactérias. No entanto, em 2003 houve uma reclassificação pelo fato da megabactéria ser causada pelo fungo ascomiceto anamórfico.

A publicação de hoje faz parte da série semanal sobre as doenças que mais acometem plantéis e que muitas vezes desmotivam o criador a prosseguir no universo das aves. Para sanar essa situação, o São Camilo Biotecnologia disponibiliza no mercado o Check Up Preventivo, exame que garante a prevenção das 12 doenças mais incidentes em aves.

Sintomas

Infelizmente a megabacteriose é uma doença silenciosa e que assusta os criadores por deixar “de uma hora para outra” as aves extremamente debilitadas, levando a um surto no plantel, bem como a morte, causando, inclusive, decepção e incontável prejuízo emocional e financeiro ao criador.

Há duas formas que a doença se manifesta: a crônica e a aguda. Na forma crônica a ave permanece com a megabactéria por um longo período de sua vida, e os prejuízos podem ser verificados quando há queda na produção de ovos, a ave apresenta-se debilitada e não alcança seu potencial reprodutivo. Outro ponto crucial na transmissão da doença é que todas as aves infectadas são transmissoras. Registros mostram que há contaminação em 100% dos filhotes nascidos de pais portadores, dessa forma, para a não propagação da doença é aconselhável interromper a criação.

Na forma aguda as aves podem chegar a vomitar sangue, parecem comer, entretanto a comida não é verdadeiramente ingerida. A ração acaba sendo regurgitada levando a uma visível sujeira no bico, algumas aves se comportam abrindo e fechando o bico repetidamente como se estivessem beliscando o ar. Nesse momento ocorre a perda de peso e a ave começa a definhar.

Quanto as fezes essas podem se apresentar em tonalidades escuras, sendo até possível uma coloração avermelhada. É bastante comum também a presença de fragmentos de sementes ou sementes inteiras não digeridas nas fezes. Algumas aves chegam até uma recuperação parcial, entretanto, é comum após poucos dias ou semanas apresentarem uma recaída e por fim encorujam devido à fraqueza e acabam, infelizmente, morrendo.

Diagnóstico

Para o início do trabalho de diagnótisco é o monitoramente, bem como, a observação das fezes da ave, ou seja, fezes diarreicas, verde-escuras ou marrom/preta com presença ou não de fragmentos de sementes ou sementes inteiras devem ser investigadas. Outra análise importante é verificar se as penas estão arrepiadas, se a ave se apresenta triste e se o papo está com aspecto vazio mesmo depois da ave se alimentar.

A megabacteriose pode ser confundida com outras doenças por apresentarem sintomas semelhantes, sendo assim, o diagnóstico definitivo só é possível com o isolamento e/ou observação da megabactéria. Das técnicas disponíveis, a Reação em Cadeia da Polimerase, a PCR, é o mais sensível e detecta nas fezes da ave o DNA da megabactéria. Outra forma de se constatar a doença é por meio do exame parasitológico, porém, a confirmação não pode ser feita com 100% de certeza, já que há possibilidade de falso-negativo.

Tratamento

Para tranquilizar os criadores que estão acompanhando essa leitura há tratamento e ele é bastante efetivo. Primeiramente, deve-se melhorar as condições de manejo, ou seja, trabalhar para a desinfecção e monitorar as fezes das aves. Tem-se que inclusive fornecer alimentos de fácil digestão, e administrar, após a visita do Médico Veterinário e seus pareceres sobre o estado do animal, antimicóticos ou antifúngicos. Sendo assim, após seis semanas de tratamento, um novo texto de PCR deve ser realizado para confirmar a eliminação da infecção e as aves podem retornar a dieta normal, necessitando, muitas vezes, do uso de suplementos para facilitar a recuperação.

Saiba mais sobre o Check Up Preventivo através do link http://bit.ly/checkuppreventivo. Outras informações sobre os exames nas redes sociais do São Camilo, entre também em contato pelo telefone (44) 3029-9660.

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Candidíase faz parte das 12 doenças pesquisadas pelo Check Up Preventivo

A publicação de hoje faz parte da série semanal sobre as doenças que mais acometem plantéis e que muitas vezes desmotivam o criador a prosseguir no universo das aves. Para sanar essa situação, o São Camilo Biotecnologia disponibiliza no mercado o Check Up Preventivo, exame que garante a prevenção das 12 doenças mais incidentes em aves.

Dentre essas doenças está a Candidíase, que é causada por um fungo oportunista de nome científico Candida Albicans. A presença do fungo infelizmente é comum no ambiente direcionado a criação de aves, podendo até ser encontrado em pequenas quantidades no sistema digestório de aves sadias. Sendo assim, há grande necessidade de controlar os níveis de fungos nos criatórios, pois a evolução de sua quantidade pode gerar sérias doenças.

Os filhotes devido à fragilidade de seu sistema imunológico estão sujeitos a Candidíase em maior proporção. Já nas aves adultas, a doença instala-se quando sofrem de desnutrição, passam por grande estresse, bem como, acomete aquelas que passam por tratamentos com antibióticos por longo período.

O que se deve saber sobre antibióticos?

Há uma grande prática quando o assunto se relaciona ao uso de antibióticos como método preventivo, sendo o uso indiscriminado perigoso pelo aumento de microrganismos resistentes aos antibióticos. Outro fator preocupante é o tratamento inespecífico o que gera, muitas vezes, o agravamento da doença por não cuidar do real causador da doença.

Quanto ao surgimento da Candidíase os antibióticos têm uma colaboração nociva por alterarem a flora normal do sistema digestório das aves. Dessa forma, além de matar as bactérias causadoras de doença, matam, também, aquelas que auxiliam o funcionamento do organismo. Aí está a porta de entrada para a Candidíase, ou seja, ela aparece de maneira oportunista pelo organismo da ave estar debilitado.

Transmissão

Normalmente o fungo é encontrado no ambiente que as aves povoam, sendo encontrado inclusive na comida estragada e, por esse motivo, os alimentos não devem ser deixados por longos períodos na gaiola sem a devida manutenção. As condições impróprias de higiene também contribuem para espalhar infecções fúngicas.

Sintomas

A princípio os sinais clínicos não ficam evidentes, pois, por muitas vezes são mascarados por outras doenças, ou seja, dependendo de seu estágio não fica evidente qual doença está acometendo a ave ou o plantel de maneira geral. Para exemplificar pode-se citar os psitacídeos, nessas aves o fungo provoca formação de placas esbranquiçadas na cavidade oral, bem como, crostas nos cantos do bico.

Nas aves em geral afeta todo o sistema digestório causando acúmulo de alimento e fermentação no papo, gerando com a evolução da doença emagrecimento da ave e até a Síndrome de Má Absorção.

Em alguns casos filhotes e aves adultas muito debilitadas aparentam os sinais da doença, dentre elas: penas arrepiadas, diminuição do crescimento, desidratação e, às vezes, diarreia. Além dos órgãos do sistema digestório, o sistema nervoso central também pode ser afetado.

Prevenção

O fator principal para prevenção é o cuidado com a higiene. Sendo assim, é importante não deixar comida velha nas gaiolas e criadouros. Constitui 90% da prevenção a manutenção dos ambientes limpos, bem como, a boa nutrição da ave. Deve-se criar também um protocolo de higiene para manusear filhotes recém-nascidos, dessa forma, evita-se a disseminação de doenças pertencentes aos adultos.

Check Up Preventivo

Dentre as doenças pesquisadas estão a arpergilose, paratifo, pulorose, tifo aviário, cólera aviária, micoplasmose, eimeriose, coccidiose, megabacteriose, clamidiose, candidíase e criptosporidiose.

Para realização da análise é necessária apenas uma amostra das fezes da ave, após o recebimento da coleta o laudo do exame fica pronto em cinco dias úteis possibilitando uma intervenção rápida e específica do médico veterinário para o tratamento. Mais informações sobre os exames nas redes sociais do São Camilo ou através do link http://bit.ly/checkuppreventivo, entre também em contato pelo telefone (44) 3029-9660.

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