0

Ave do mês – Trinca Ferro

O trinca-ferro-verdadeiro é uma ave passeriforme da família Thraupidae, sendo um dos pássaros silvestres mais apreciados pelo brasileiro, especialmente pelo seu canto.

No Brasil existem cerca de oito formas do gênero Saltator, todas relativamente parecidas. Apenas uma das espécies, o bico-de-pimenta, é bem diferente, pois uma máscara preta desce até a garganta, e o bico tem uma cor laranja bem intensa. É muito caçado e apreciado por seu belo canto.

Também é chamado de trinca-ferro, bico-de-ferro, tempera-viola, pixarro, pipirão, estevo, papa-banana (Santa Catarina), titicão, tia-chica, chama-chico (interior de São Paulo) e joão-velho (Minas Gerais).

Seu nome científico significa:: Saltator similis⇒ Dançarino semelhante ao tangará. Como os termos latino Saltator e tupi Tangara têm a mesma transliteração – dançarino – encontrou-se no termo similis para o Saltator similis a forma de se demonstrar o motivo da utilização dessa terminologia.

Um pouco menor do que outras espécies do mesmo gênero, possui o mesmo bico negro e forte que originou o nome comum dessas aves. Como no tempera-viola (Saltator maximus), apresenta dorso verde, cauda e lados da cabeça acinzentados.

A listra superciliar é a mais comprida das três espécies (ave adulta), com o “bigode” menos definido e a garganta toda branca. Por baixo, domina o cinza nas laterais, tornando-se marrom alaranjado e branco no centro da barriga.

As asas são esverdeadas. O juvenil não possui a listra tão extensa, sendo a mesma falhada ou inexistente, logo após sair do ninho. Alguns juvenis são listrados abaixo.

Bico bastante enérgico e fortificado (o que deu cunho ao nome “trinca-ferro”), com cauda diferenciada em tamanho. Não existem diferenças corporais entre machos e fêmeas.

Seu canto varia um pouco de região a região, embora mantenha o mesmo timbre. Para diferenciar o macho da fêmea é necessário perceber o canto do macho e o piado da fêmea.

Fonte: WikiAves

 

Gostou? Compartilhe com os amigos !!
0

As cores do Papagaio Ecletus

O Papagaio Ecletus é um dos mais belos papagaios existentes e apresenta dimorfismo sexual, o macho apresenta a coloração verde com bico laranja e a fêmea é vermelha marcada com azul.

No habitat natural, a cor vermelha da fêmea serve para marcar território, ela é vista de longe dentro de seu tronco, e o verde do macho serve para que ele se camufle entre as folhas das árvores.

Na natureza, uma fêmea se acasala com até 4 machos em seu ninho e um macho cuida até de 7 fêmeas em uma área de 100 quilômetros quadrados.

Habitat: Vivem isolados ou em pequenos grupos familiares em florestas, savanas com cobertura de árvores isoladas. São regularmente vistos em áreas com vegetação secundária alta e áreas clareadas com algumas árvores.
Alimentação: Pode ser fornecida ração extrusada com bastante fruta,principalmente maracujá e também uma mistura balanceada de sementes com no maximo 25% de girassol , pois estas aves tendem a engordarem com muita facilidade.
Reprodução: Na natureza, fazem ninhos principalmente em árvores altas, mortas ou palmeiras na extremidade da floresta, normalmente de 14 a 25 m de altura. Postura de 02 ovos normalmente, raramente 03, podendo fazer até 04 posturas ano. O tempo de incubação pode variar de 28 a 30 dias, os filhotes saem do ninho após 70 – 80 dias e continuam sendo alimentados pelos pais.
Expectativa de vida é de mais de 40 a 50 anos.

Fonte: Criadouro Paraíso das Aves

Gostou? Compartilhe com os amigos !!
0

Ave do mês – Calopsita

A calopsita é um pássaro que vem conquistando cada vez mais as pessoas pelo seu jeito amigável e interativo, principalmente quando domesticado. Apegam-se facilmente aos seus donos e os reconhecem de longe. Muito participativas e brincalhonas, são alegres e divertidas! É considerada uma ave sociável, pois convivem bem com algumas espécies menores, desde que instalados em espaço adequado.

Nativos da Austrália, aonde podem ser vistos na natureza, vivem em regiões áridas e semi-áridas do país. Ave nômade, costuma voar em bandos acompanhando o ciclo das chuvas, em busca de alimentos. A reprodução ocorre no período das chuvas, pois a criação de filhotes fica ajustada à disponibilidade de grãos e frutos justamente nessa época.

Calopsita: Carminha – Mutação Pérola

Nome/Espécie:
Calopsita (no Brasil)
Caturra (em Portugal)
Cockatiel (na língua inglesa)
Perruche calopsitte (na língua francesa)
Lorito de Copete (na Espanha)

Família: Cacatuidae

Ordem: Psittaciformes

Tamanho: 30 cm (em média, quando adultos)
Peso: 85-120 gramas
Longevidade: variável, dependendo se na natureza ou em cativeiro, podem chegar a 25 anos aproximadamente
Maturidade sexual: por volta dos 12 meses de vida
Reprodução: ano todo
Postura: 3 a 7 ovos (média)
Incubação: de 18 a 23 dias

Calopsita: Tufão – Mutação Lutino

Pela legislação ambiental brasileira, a calopsita é considerada ave doméstica, conforme portaria nº 93 do Ibama. Aves domésticas são aqueles que, através de processos tradicionais e sistematizados de manejo e melhoramento zootécnico, tornaram-se domésticos, possuindo características biológicas e comportamentais em estrita dependência do homem, podendo inclusive apresentar aparência diferente da espécie silvestre que os originou. Portanto, a calopsita não é uma ave cuja criação, comércio e posse é controlado pelo IBAMA.

A história das calopsitas

A calopsita, pássaro de origem australiana, foi descrita pela primeira vez em livros em 1792, mas apenas no século XIX é que americanos e europeus a conheceram de perto.
Até então, a Austrália era um continente ainda não desbravado, que servia para colônias penais inglesas, e dentre os primeiros colonizadores estavam o ornitólogo e taxidermista inglês, John Gould e sua família. Ele catalogou centenas de espécies naquela região, muitas ainda desconhecidas até então, e é a ele creditado ser a primeira pessoa a levar a calopsita para fora da Austrália, contribuindo dessa forma para a divulgação da espécie.
Gould deu o nome à calopsita de “cacatua-papagaio”. Naquela época, Jamrach, um dos mais sucedidos importadores de aves exóticas da Inglaterra, deu um nome diferente àquela ave de porte mediano com crista no alto da cabeça : “cockatiel” baseado na palavra holandesa “kakatielje” que significa cacatua. Na Austrália é conhecida como Quarrion (nome aborígene) ou Weero.
Em 1864, a calopsita já se tornara bem conhecida na Inglaterra como animal de estimação e em 1884, entre criadores europeus.
A primeira mutação (arlequim) surgiu nos Estados Unidos, em 1951. A mutação pérola apareceu inicialmente na Alemanha, em 1967. Os canelas, na Bélgica em 1968, seguidos dos fulvos.

Fonte: http://www.calopsitas.org/informacoes-sobre-a-ave

Gostou? Compartilhe com os amigos !!
0

Brasil se torna referência em programas de reprodução de animais

Reprodução de animais no Brasil

Por muito tempo, acreditou-se que fauna, flora e recursos hídricos fossem infinitos. Esse pensamento fez com que o homem explorasse a natureza sem oferecer nada em troca. Pior que isso. O desmatamento, a poluição e a caça foram fatores que contribuíram para que o Brasil perdesse grande parte da riqueza natural.
Mas, felizmente, ainda existem pessoas tentando consertar todo esse estrago. No Brasil, os exemplos vêm de três locais que tem a vida animal como atração principal: o Zooparque Itatiba em São Paulo, o Refúgio Biológico Bela Vista e o Parque das Aves, ambos em Foz do Iguaçu (PR), que desenvolvem programas de reprodução com espécies ameaçadas de extinção. O trabalho árduo já rendeu algumas conquistas.

Parque das Aves – Beleza e vida

Embora seja vizinho das Cataratas do Iguaçu, o Parque das Aves não fica muito atrás no quesito beleza e visitação, com suas 1300 aves de 143 espécies. Mas o que ainda é desconhecido pelos quase 800 mil turistas que visitam o local todos os anos, é que cerca de 43% das aves que estão lá são advindas do programa de reprodução desenvolvido pelo parque.

Refúgio Biológico Bela Vista – A proteção do oeste paranaense

A energia que impulsiona o Refúgio Biológico Bela Vista é a mesma gerada pela sua mantenedora: a Itaipu Binacional. Há 32 anos, o local foi criado em Foz do Iguaçu (PR) com o objetivo de resgatar e proteger a fauna e a flora da região. Com o tempo, ele também se tornou mais um ponto de visitação na fronteira. São trilhas em meio à natureza e animais em recintos confortáveis, que proporcionam uma experiência única para os visitantes.
Mas saindo do percurso turístico, encontramos a unidade de proteção ambiental, que também desenvolve diversos programas para a conservação da biodiversidade. A equipe composta por mais de 30 pessoas tem à disposição uma grande estrutura que conta com laboratórios médicos e de pesquisa, farmácia, incubadoras, cozinha e recintos específicos para espécies no programa de reprodução. Das quase 50, cerca de oito estão nele.

Zooparque Itatiba – Um zoológico diferente 

Na década de 90, surgiu no interior de São Paulo um zoológico com uma proposta inovadora. A ideia do Zooparque Itatiba era reproduzir da forma mais real possível o habitat natural de diversas espécies de animais.
Os anos passaram, mas os ideais permaneceram. Tanto que o local também passou a realizar programas de reprodução com espécies ameaçadas de extinção. E o reconhecimento foi tão grande que um zoológico da Áustria enviou um casal de girafas muito ameaçadas de extinção para o Zooparque. O objetivo era nobre: resgatar a espécie.

Confira a matéria completa com imagens e trechos exclusivos no site Web Rádio Água através deste link

Gostou? Compartilhe com os amigos !!
0

67º Campeonato Brasileiro de Ornitologia Amadora – FOB 2017

Foi com grande satisfação que participamos do 67º Campeonato Brasileiro de Ornitologia Amadora na sede da FOB (Federação Ornitológica Brasileira), localizada em Itatiba-SP.
O evento que é tradicional entre os criadores de canários, psitacídeos e exóticos, aconteceu nos dias 7 à 15 de Julho e estavam presentes criadores de todo o Brasil, outros países da América do Sul e Europa, para prestigiar os amigos e expor suas aves. Na edição deste ano, tivemos a inscrição de 140 clubes ornitológicos, 1125 criadores e mais de 25 mil aves em exposição.


Com dois pavilhões, a estrutura da FOB durante o evento é dividida basicamente em 3 alas, na primeira estavam dispostas as aves em exposição, onde também aconteceram os julgamentos, na segunda estavam dispostos os stands comerciais de empresas do ramo e criadores vendendo suas aves, e entre os pavilhões foi montada uma ótima praça de alimentação para os visitantes.
De organização impecável, tudo estava bem disposto e acessível, todas as atividades estavam dispostas em um cronograma e muitos informativos disponíveis, as equipes de apoio do evento fizeram um belo trabalho.


Gostaríamos de parabenizar mais uma vez à FOB pela grandiosidade e profissionalismo do evento, bem como agradecer todos os amigos e clientes que reservaram um pouco de seu tempo para nos presentear com sua presença em nosso stand, quando pudemos compartilhar um pouco mais do nosso trabalho em prol da criação e da saúde das aves.


Aproveitamos para parabenizar os campeões, a todos os criadores e suas belíssimas aves, fruto da dedicação e do amor de seus criadores, que constantemente buscam o aprimoramento e a preservação dessas preciosidades da natureza.

Gostou? Compartilhe com os amigos !!