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Painéis respiratórios pesquisam bactérias que mais afetam plantéis no inverno

A importância dos Painéis Respiratórios:

A chegada da estação mais fria do ano traz consigo as benesses de um clima aconchegante para os seres humanos, entretanto, os cuidados com a saúde devem ser redobrados, a atenção a doenças oportunistas deve estar sempre presente no dia a dia daqueles que priorizam qualidade de vida. E qual a relação disso tudo com as aves? Há grande relação e ela reside quando cogita-se preservar a boa saúde da ave, bem como a diminuição da incidência de doenças. Esses seres tão fortes e ao mesmo tempo tão delicados merecem ainda mais atenção neste intervalo de tempo, que está entre 21 de junho e 22 de setembro, por estarem em um momento de maior fragilidade e compreender o período de acasalamento e início da postura de ovos de muitas espécies.

Outro ponto importante para os criadores de plantéis, é que sempre neste período há ocorrência de campeonatos, em especial, o Campeonato Brasileiro – local de grande prestígio para todos os criadores pela presença de aves de todo o país. Tal fato, quando se fala em saúde de aves, deve preocupar criadores pelas doenças em aves serem em sua maioria assintomáticas, ou seja, antes, durante e depois da competição deve-se fazer o manejo correto para que determinadas doenças não sejam levadas aos plantéis acometendo todas as aves.

Além desse importante manejo, deve-se investir em prevenção e pensando nisso o São Camilo Biotecnologia deu início há três anos aos Painéis Respiratórios, possibilitando ao criador verificar, por meio de exames, se suas aves são portadoras dos patógenos mais incidentes no inverno.

A viabilidade desses exames se dá na divisão funcional em quatro tipos de painéis. São eles: o básico – que tem intenção de abranger dois tipos de bactérias – a Chlamydophila psittaci e a Mycoplasma sp. Já o painel denominado aviário tem como propósito verificar a presença de Aspergillus fumigatus, Chlamydophila psittaci e Pasteurella multocida. O terceiro intenciona por pesquisar Aspergillus fumigatus, Chlamydophila psittaci, Pasteurella multocida e Mycoplasma sp e é conhecido por Painel Respiratório Plus. O mais completo que abrange todas as doenças mais incidentes chama-se Ampliado, compreendendo as bactérias: Aspergillus fumigatus, Chlamydophila psittaci, Pasteurella multocida, Mycoplasma sp e Ornitobacterium rhinotracheale.

Para saber mais e comprar o exame é bastante simples: deve-se entrar na loja virtual do São Camilo (AQUI), fazer todo o procedimento de compra, após a aprovação, fazer a coleta das fezes – o modo correto de fazer a coleta pode ser verificado no vídeo AQUI, é muito importante fazer todos esses processos corretamente para um resultado fidedigno. Ao chegar ao laboratório o prazo pedido é de apenas três dias úteis. Dessa forma, os criadores poderão certificar-se da ausência dos patógenos, bem como, se houver a ocorrência de doenças, avaliar junto ao médico veterinário, a melhor forma para tratamento de suas aves.

O São Camilo Biotecnologia está disposição dos criadores para todos e quaisquer questionamentos sobre os Painéis Respiratórios. Lembrando que o laboratório atende o Brasil todo e para informações deve-se acessar o link http://bit.ly/paineisrespiratorios ou ligar para (44) 3029-9660.

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Aves de estimação não estão livres da doença Pulorose

Como parte da série semanal publicada aqui no Blog sobre as doenças compreendidas no Check Up Preventivo, temos como assunto hoje a Pulorose. Descrita pela primeira vez em 1899 pelo pesquisador Leo F. Rettger, acreditava-se ser uma doença fatal, entretanto, posteriormente, teve seu nome marcado apenas por diarreia. Ao longo do século XX, a doença se alastrou por diversos países provocando a morte de 100% das aves infectadas.

Antes de continuar a leitura sobre a doença já mencionada, veja o apanhado sobre a Salmonelose AQUI, lá você poderá constatar que essas bactérias podem infectar as aves e causar três enfermidades distintas: o Tifo Aviário causado pela Salmonela Gallinarum; o Paratifo causado pela Salmonella sp.; e por último, nosso assunto de hoje, a Pulorose cujo agente é a Salmonella Pullorum.

Essa doença acomete especificamente as aves jovens, entre o 14º e o 21º dia do nascimento, situação que provoca elevada mortalidade no plantel. As aves adultas não estão isentas dessa doença, entretanto, o aparecimento da mesma é bastante raro. A Pulorose tem como hospedeiras naturais as galinhas, mas, de acordo com a literatura, infecta também perus, faisões, aves silvestres, pardais, periquitos, pombos, canários, avestruzes e pavões. Essa afirmação demonstra que aves de estimação não estão livres dessa infecção.

Transmissão

A forma de transmissão que possui maior recorrência é a transovariana, ou seja, transmissão vertical. Para entender melhor: a bactéria infecta o oviduto da fêmea e se dissemina através dos ovos durante meses, a situação se torna ainda mais preocupante, pois a morte pode ocorrer logo após a eclosão do ovo quando a ave está contaminada. A transmissão também pode ocorrer pelas fezes, alimentos, água e ambientes contaminados, bem como, através de pessoas, animais de estimação, roedores e insetos que tenham acesso ao criadouro.

Sintomas

Dentre eles estão: sonolência, apatia, encorujamento com penas eriçadas, fraqueza e diarreia com coloração branca. Infelizmente, dependendo da relação entre o estado imune das aves e a infecção por esse tipo de Salmonella, pode ocorrer morte súbita sem que haja aparecimento de nenhum dos sintomas citados acima. Quando incide em aves adultas, os sinais não são aparentes, sendo a manifestação da infecção demonstrada pela queda na produção de ovos, redução de fertilidade, em alguns casos pode causar depressão, perda de apetite, diarreia e desidratação.

Diagnóstico e Prevenção

A detecção molecular dessas bactérias, por meio de DNA, ou seja, utilizando a Reação em Cadeia da Polimerase, a PCR, é altamente sensível e específica, sendo também facilitada quando os assuntos são manuseio e meios de transporte.

Quanto ao tratamento este pode diminuir a mortalidade das aves, mas estas continuarão a ser portadoras dos agentes. O controle e a profilaxia da Pulorose são atitudes amplamente recomendadas, sendo que esse tipo de bactéria pode durar muito tempo no ambiente, mas felizmente são sensíveis a desinfetantes, sendo uma boa limpeza, desinfecção periódica, controle de insetos e roedores, bem como, monitoramento de pássaros que adentram ao plantel, ações que podem evitar a proliferação da doença.

Saiba mais sobre o Check Up Preventivo AQUI. Outras informações sobre os exames nas redes sociais do São Camilo ou através do link http://bit.ly/checkuppreventivo, entre também em contato pelo telefone (44) 3029-9660.

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Megabacteriose a doença silenciosa que prejudica o desenvolvimento de plantéis

O assunto do Blog hoje é a Megabacteriose que é uma das doenças que acometem os plantéis e que, muitas vezes, acaba deixando os criadores surpresos por sua presença. A doença surpreende por mascarar o real estado de saúde das aves, acometendo adultos e filhotes prejudicando, dessa forma, o desenvolvimento da criação de uma maneira geral.

Uma curiosidade com relação a Megabacteriose é que na realidade ela é causada por um fungo e não por uma bactéria como o próprio nome nos faria pensar. Desde a descoberta, a megabactéria foi classificada dessa forma pelos cientistas por ter tamanho expressivo, maior que grande parte das bactérias. No entanto, em 2003 houve uma reclassificação pelo fato da megabactéria ser causada pelo fungo ascomiceto anamórfico.

A publicação de hoje faz parte da série semanal sobre as doenças que mais acometem plantéis e que muitas vezes desmotivam o criador a prosseguir no universo das aves. Para sanar essa situação, o São Camilo Biotecnologia disponibiliza no mercado o Check Up Preventivo, exame que garante a prevenção das 12 doenças mais incidentes em aves.

Sintomas

Infelizmente a megabacteriose é uma doença silenciosa e que assusta os criadores por deixar “de uma hora para outra” as aves extremamente debilitadas, levando a um surto no plantel, bem como a morte, causando, inclusive, decepção e incontável prejuízo emocional e financeiro ao criador.

Há duas formas que a doença se manifesta: a crônica e a aguda. Na forma crônica a ave permanece com a megabactéria por um longo período de sua vida, e os prejuízos podem ser verificados quando há queda na produção de ovos, a ave apresenta-se debilitada e não alcança seu potencial reprodutivo. Outro ponto crucial na transmissão da doença é que todas as aves infectadas são transmissoras. Registros mostram que há contaminação em 100% dos filhotes nascidos de pais portadores, dessa forma, para a não propagação da doença é aconselhável interromper a criação.

Na forma aguda as aves podem chegar a vomitar sangue, parecem comer, entretanto a comida não é verdadeiramente ingerida. A ração acaba sendo regurgitada levando a uma visível sujeira no bico, algumas aves se comportam abrindo e fechando o bico repetidamente como se estivessem beliscando o ar. Nesse momento ocorre a perda de peso e a ave começa a definhar.

Quanto as fezes essas podem se apresentar em tonalidades escuras, sendo até possível uma coloração avermelhada. É bastante comum também a presença de fragmentos de sementes ou sementes inteiras não digeridas nas fezes. Algumas aves chegam até uma recuperação parcial, entretanto, é comum após poucos dias ou semanas apresentarem uma recaída e por fim encorujam devido à fraqueza e acabam, infelizmente, morrendo.

Diagnóstico

Para o início do trabalho de diagnótisco é o monitoramente, bem como, a observação das fezes da ave, ou seja, fezes diarreicas, verde-escuras ou marrom/preta com presença ou não de fragmentos de sementes ou sementes inteiras devem ser investigadas. Outra análise importante é verificar se as penas estão arrepiadas, se a ave se apresenta triste e se o papo está com aspecto vazio mesmo depois da ave se alimentar.

A megabacteriose pode ser confundida com outras doenças por apresentarem sintomas semelhantes, sendo assim, o diagnóstico definitivo só é possível com o isolamento e/ou observação da megabactéria. Das técnicas disponíveis, a Reação em Cadeia da Polimerase, a PCR, é o mais sensível e detecta nas fezes da ave o DNA da megabactéria. Outra forma de se constatar a doença é por meio do exame parasitológico, porém, a confirmação não pode ser feita com 100% de certeza, já que há possibilidade de falso-negativo.

Tratamento

Para tranquilizar os criadores que estão acompanhando essa leitura há tratamento e ele é bastante efetivo. Primeiramente, deve-se melhorar as condições de manejo, ou seja, trabalhar para a desinfecção e monitorar as fezes das aves. Tem-se que inclusive fornecer alimentos de fácil digestão, e administrar, após a visita do Médico Veterinário e seus pareceres sobre o estado do animal, antimicóticos ou antifúngicos. Sendo assim, após seis semanas de tratamento, um novo texto de PCR deve ser realizado para confirmar a eliminação da infecção e as aves podem retornar a dieta normal, necessitando, muitas vezes, do uso de suplementos para facilitar a recuperação.

Saiba mais sobre o Check Up Preventivo através do link http://bit.ly/checkuppreventivo. Outras informações sobre os exames nas redes sociais do São Camilo, entre também em contato pelo telefone (44) 3029-9660.

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Candidíase faz parte das 12 doenças pesquisadas pelo Check Up Preventivo

A publicação de hoje faz parte da série semanal sobre as doenças que mais acometem plantéis e que muitas vezes desmotivam o criador a prosseguir no universo das aves. Para sanar essa situação, o São Camilo Biotecnologia disponibiliza no mercado o Check Up Preventivo, exame que garante a prevenção das 12 doenças mais incidentes em aves.

Dentre essas doenças está a Candidíase, que é causada por um fungo oportunista de nome científico Candida Albicans. A presença do fungo infelizmente é comum no ambiente direcionado a criação de aves, podendo até ser encontrado em pequenas quantidades no sistema digestório de aves sadias. Sendo assim, há grande necessidade de controlar os níveis de fungos nos criatórios, pois a evolução de sua quantidade pode gerar sérias doenças.

Os filhotes devido à fragilidade de seu sistema imunológico estão sujeitos a Candidíase em maior proporção. Já nas aves adultas, a doença instala-se quando sofrem de desnutrição, passam por grande estresse, bem como, acomete aquelas que passam por tratamentos com antibióticos por longo período.

O que se deve saber sobre antibióticos?

Há uma grande prática quando o assunto se relaciona ao uso de antibióticos como método preventivo, sendo o uso indiscriminado perigoso pelo aumento de microrganismos resistentes aos antibióticos. Outro fator preocupante é o tratamento inespecífico o que gera, muitas vezes, o agravamento da doença por não cuidar do real causador da doença.

Quanto ao surgimento da Candidíase os antibióticos têm uma colaboração nociva por alterarem a flora normal do sistema digestório das aves. Dessa forma, além de matar as bactérias causadoras de doença, matam, também, aquelas que auxiliam o funcionamento do organismo. Aí está a porta de entrada para a Candidíase, ou seja, ela aparece de maneira oportunista pelo organismo da ave estar debilitado.

Transmissão

Normalmente o fungo é encontrado no ambiente que as aves povoam, sendo encontrado inclusive na comida estragada e, por esse motivo, os alimentos não devem ser deixados por longos períodos na gaiola sem a devida manutenção. As condições impróprias de higiene também contribuem para espalhar infecções fúngicas.

Sintomas

A princípio os sinais clínicos não ficam evidentes, pois, por muitas vezes são mascarados por outras doenças, ou seja, dependendo de seu estágio não fica evidente qual doença está acometendo a ave ou o plantel de maneira geral. Para exemplificar pode-se citar os psitacídeos, nessas aves o fungo provoca formação de placas esbranquiçadas na cavidade oral, bem como, crostas nos cantos do bico.

Nas aves em geral afeta todo o sistema digestório causando acúmulo de alimento e fermentação no papo, gerando com a evolução da doença emagrecimento da ave e até a Síndrome de Má Absorção.

Em alguns casos filhotes e aves adultas muito debilitadas aparentam os sinais da doença, dentre elas: penas arrepiadas, diminuição do crescimento, desidratação e, às vezes, diarreia. Além dos órgãos do sistema digestório, o sistema nervoso central também pode ser afetado.

Prevenção

O fator principal para prevenção é o cuidado com a higiene. Sendo assim, é importante não deixar comida velha nas gaiolas e criadouros. Constitui 90% da prevenção a manutenção dos ambientes limpos, bem como, a boa nutrição da ave. Deve-se criar também um protocolo de higiene para manusear filhotes recém-nascidos, dessa forma, evita-se a disseminação de doenças pertencentes aos adultos.

Check Up Preventivo

Dentre as doenças pesquisadas estão a arpergilose, paratifo, pulorose, tifo aviário, cólera aviária, micoplasmose, eimeriose, coccidiose, megabacteriose, clamidiose, candidíase e criptosporidiose.

Para realização da análise é necessária apenas uma amostra das fezes da ave, após o recebimento da coleta o laudo do exame fica pronto em cinco dias úteis possibilitando uma intervenção rápida e específica do médico veterinário para o tratamento. Mais informações sobre os exames nas redes sociais do São Camilo ou através do link http://bit.ly/checkuppreventivo, entre também em contato pelo telefone (44) 3029-9660.

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Tecnologia FTA Card possibilita resultado rápido e eficaz

No post de hoje iremos falar sobre um dos investimentos feitos pelo São Camilo que visa sempre à inovação para continuar sendo o Laboratório de Aves de Estimação mais moderno do mundo. Além da modernidade, o São Camilo visa proporcionar comodidade e praticidade aos criadores, desse modo, instituiu a tecnologia FTA Card, que é responsável pela extração segura de DNA.

O FTA Card – ou papel de coleta de DNA – é uma matriz quimicamente tratada destinada à coleta, transporte, armazenagem e extração de DNA, que possibilita também a imobilização e a conservação de diferentes tipos de amostras, dentre elas: sangue, células bucais, saliva, secreções e tecidos.

O desenvolvimento e fabricação desse material é feito pela empresa inglesa Whatman Inc., que está há mais de 260 anos no mercado. Ela opera em diversas fábricas na Europa e Estados Unidos, é também reconhecida mundialmente por ser pioneira em tecnologias relacionadas ao segmento laboratorial e ao médico.

O FTA Card é utilizado por instituições em vários locais do planeta, sendo as principais: instituições forenses, aquelas voltadas à pesquisa e laboratórios de diagnóstico. Mas o que isso tem a ver com os criatórios aqui do Brasil? Você deve estar se perguntando. As explanações são importantes para demonstrar o quanto o São Camilo Biotecnologia avança a cada dia em inovação e tecnologia ao aplicar esse método.

Aqui no Brasil, por exemplo, o FTA Card é utilizado por Instituições Públicas de Pesquisa e Diagnóstico, como a Fiocruz, a Universidade de São Paulo, USP, a Universidade de Campinas, Unicamp. E é usado também por laboratórios de DNA Forense no Paraná, Rio de Janeiro, Bahia, entre outros estados.

Como funciona?

A tecnologia do FTA Card possibilita que elementos químicos inativem instantaneamente vírus e bactérias, ou seja, imobiliza o DNA presente e protege-o contra a degradação ocasionada por agentes externos. Dessa forma, após ser coletado e armazenado na matriz, o DNA está apto para análise de forma rápida e simplificada, levando menos de 30 minutos. Dentre as técnicas e aplicações possíveis, está a Reação em Cadeia da Polimerase, a PCR, sendo ela a convencional e a quantitativa em tempo real, podendo ser aplicado em clínicas e diagnóstico molecular humano e animal, identificação e pesquisas genéticas e moleculares, análise ambiental e melhoramento animal.

Para mais informações sobre exames disponibilizados pelo laboratório, acesse nossas redes sociais ou entre no site http://www.scbiotec.com.br lá você encontra tudo bem especificado e também pode redirecionar sua pesquisa para a Loja Virtual. É rápido, fácil e bastante simplificado pensando em você criador. Qualquer dúvida pode ser tirada também pelo telefone (44) 3029-9660.

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