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Tuberculose Aviária, uma doença perigosa

A tuberculose é uma doença crônica de aves adultas causada pelo agente Mycobacterium avium. É caracterizada pela formação de inflamações nas vísceras, perda de peso progressiva, enfraquecimento e morte.
O Mycobacterium avium é uma bactéria que pode permanecer no ambiente por vários anos, é resistente ao calor, baixa umidade, baixo pH e a maioria dos desinfetantes.
A tuberculose é uma doença de ocorrência mundial e infecta a maioria das espécies de aves domésticas e silvestres, sendo mais comum em aves de cativeiro. Afeta geralmente aves semi-adultas ou adultas devido ao longo período de incubação, que pode variar de semanas a meses.
A infecção ocorre pela ingestão de alimentos, água ou solo contaminados, após a ingestão, o Mycobacterium avium coloniza vários órgãos internos como fígado, baço, intestino, mesentério, medula e o pulmão. As aves infectadas e com lesões avançadas principalmente no intestino, eliminam o organismo pelas fezes.
Um dos principais sinais clínicos é a perda de peso de forma progressiva, há uma atrofia marcada dos músculos do peito salientando a quilha do esterno, algumas aves podem apresentar dificuldade de locomoção e diarréia. A infecção pode ocorrer em qualquer idade, mas os sinais clínicos demoram a aparecer, algumas aves podem ter morte súbita devido a ruptura do fígado.


A prevenção é a melhor maneira de combater o Mycobacterium avium dentro do plantel, baseada em boas regras de biossegurança e manejo. É recomendado evitar a mistura de aves de diferentes espécies e de diferentes idades, ao introduzir novas aves no plantel é importante conhecer a origem, respeitar o período de quarentena, além da realização de exames de detecção da doença.
O São Camilo Biotecnologia possui ótimas ferramentas para auxiliar na detecção do Mycobacterium avium, são os exames realizados através da técnica PCR que identificam as patologias através da pesquisa do DNA, com maior sensibilidade e precisão.

Para maiores informações, acesse o link Tuberculose Aviária ou entre em contato conosco através do telefone (44)3029-9660 ou através do e-mail atendimento@scbiotec.com.br

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Ave do mês – Trinca Ferro

O trinca-ferro-verdadeiro é uma ave passeriforme da família Thraupidae, sendo um dos pássaros silvestres mais apreciados pelo brasileiro, especialmente pelo seu canto.

No Brasil existem cerca de oito formas do gênero Saltator, todas relativamente parecidas. Apenas uma das espécies, o bico-de-pimenta, é bem diferente, pois uma máscara preta desce até a garganta, e o bico tem uma cor laranja bem intensa. É muito caçado e apreciado por seu belo canto.

Também é chamado de trinca-ferro, bico-de-ferro, tempera-viola, pixarro, pipirão, estevo, papa-banana (Santa Catarina), titicão, tia-chica, chama-chico (interior de São Paulo) e joão-velho (Minas Gerais).

Seu nome científico significa:: Saltator similis⇒ Dançarino semelhante ao tangará. Como os termos latino Saltator e tupi Tangara têm a mesma transliteração – dançarino – encontrou-se no termo similis para o Saltator similis a forma de se demonstrar o motivo da utilização dessa terminologia.

Um pouco menor do que outras espécies do mesmo gênero, possui o mesmo bico negro e forte que originou o nome comum dessas aves. Como no tempera-viola (Saltator maximus), apresenta dorso verde, cauda e lados da cabeça acinzentados.

A listra superciliar é a mais comprida das três espécies (ave adulta), com o “bigode” menos definido e a garganta toda branca. Por baixo, domina o cinza nas laterais, tornando-se marrom alaranjado e branco no centro da barriga.

As asas são esverdeadas. O juvenil não possui a listra tão extensa, sendo a mesma falhada ou inexistente, logo após sair do ninho. Alguns juvenis são listrados abaixo.

Bico bastante enérgico e fortificado (o que deu cunho ao nome “trinca-ferro”), com cauda diferenciada em tamanho. Não existem diferenças corporais entre machos e fêmeas.

Seu canto varia um pouco de região a região, embora mantenha o mesmo timbre. Para diferenciar o macho da fêmea é necessário perceber o canto do macho e o piado da fêmea.

Fonte: WikiAves

 

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Ave do mês – Calopsita

A calopsita é um pássaro que vem conquistando cada vez mais as pessoas pelo seu jeito amigável e interativo, principalmente quando domesticado. Apegam-se facilmente aos seus donos e os reconhecem de longe. Muito participativas e brincalhonas, são alegres e divertidas! É considerada uma ave sociável, pois convivem bem com algumas espécies menores, desde que instalados em espaço adequado.

Nativos da Austrália, aonde podem ser vistos na natureza, vivem em regiões áridas e semi-áridas do país. Ave nômade, costuma voar em bandos acompanhando o ciclo das chuvas, em busca de alimentos. A reprodução ocorre no período das chuvas, pois a criação de filhotes fica ajustada à disponibilidade de grãos e frutos justamente nessa época.

Calopsita: Carminha – Mutação Pérola

Nome/Espécie:
Calopsita (no Brasil)
Caturra (em Portugal)
Cockatiel (na língua inglesa)
Perruche calopsitte (na língua francesa)
Lorito de Copete (na Espanha)

Família: Cacatuidae

Ordem: Psittaciformes

Tamanho: 30 cm (em média, quando adultos)
Peso: 85-120 gramas
Longevidade: variável, dependendo se na natureza ou em cativeiro, podem chegar a 25 anos aproximadamente
Maturidade sexual: por volta dos 12 meses de vida
Reprodução: ano todo
Postura: 3 a 7 ovos (média)
Incubação: de 18 a 23 dias

Calopsita: Tufão – Mutação Lutino

Pela legislação ambiental brasileira, a calopsita é considerada ave doméstica, conforme portaria nº 93 do Ibama. Aves domésticas são aqueles que, através de processos tradicionais e sistematizados de manejo e melhoramento zootécnico, tornaram-se domésticos, possuindo características biológicas e comportamentais em estrita dependência do homem, podendo inclusive apresentar aparência diferente da espécie silvestre que os originou. Portanto, a calopsita não é uma ave cuja criação, comércio e posse é controlado pelo IBAMA.

A história das calopsitas

A calopsita, pássaro de origem australiana, foi descrita pela primeira vez em livros em 1792, mas apenas no século XIX é que americanos e europeus a conheceram de perto.
Até então, a Austrália era um continente ainda não desbravado, que servia para colônias penais inglesas, e dentre os primeiros colonizadores estavam o ornitólogo e taxidermista inglês, John Gould e sua família. Ele catalogou centenas de espécies naquela região, muitas ainda desconhecidas até então, e é a ele creditado ser a primeira pessoa a levar a calopsita para fora da Austrália, contribuindo dessa forma para a divulgação da espécie.
Gould deu o nome à calopsita de “cacatua-papagaio”. Naquela época, Jamrach, um dos mais sucedidos importadores de aves exóticas da Inglaterra, deu um nome diferente àquela ave de porte mediano com crista no alto da cabeça : “cockatiel” baseado na palavra holandesa “kakatielje” que significa cacatua. Na Austrália é conhecida como Quarrion (nome aborígene) ou Weero.
Em 1864, a calopsita já se tornara bem conhecida na Inglaterra como animal de estimação e em 1884, entre criadores europeus.
A primeira mutação (arlequim) surgiu nos Estados Unidos, em 1951. A mutação pérola apareceu inicialmente na Alemanha, em 1967. Os canelas, na Bélgica em 1968, seguidos dos fulvos.

Fonte: http://www.calopsitas.org/informacoes-sobre-a-ave

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Brasil se torna referência em programas de reprodução de animais

Reprodução de animais no Brasil

Por muito tempo, acreditou-se que fauna, flora e recursos hídricos fossem infinitos. Esse pensamento fez com que o homem explorasse a natureza sem oferecer nada em troca. Pior que isso. O desmatamento, a poluição e a caça foram fatores que contribuíram para que o Brasil perdesse grande parte da riqueza natural.
Mas, felizmente, ainda existem pessoas tentando consertar todo esse estrago. No Brasil, os exemplos vêm de três locais que tem a vida animal como atração principal: o Zooparque Itatiba em São Paulo, o Refúgio Biológico Bela Vista e o Parque das Aves, ambos em Foz do Iguaçu (PR), que desenvolvem programas de reprodução com espécies ameaçadas de extinção. O trabalho árduo já rendeu algumas conquistas.

Parque das Aves – Beleza e vida

Embora seja vizinho das Cataratas do Iguaçu, o Parque das Aves não fica muito atrás no quesito beleza e visitação, com suas 1300 aves de 143 espécies. Mas o que ainda é desconhecido pelos quase 800 mil turistas que visitam o local todos os anos, é que cerca de 43% das aves que estão lá são advindas do programa de reprodução desenvolvido pelo parque.

Refúgio Biológico Bela Vista – A proteção do oeste paranaense

A energia que impulsiona o Refúgio Biológico Bela Vista é a mesma gerada pela sua mantenedora: a Itaipu Binacional. Há 32 anos, o local foi criado em Foz do Iguaçu (PR) com o objetivo de resgatar e proteger a fauna e a flora da região. Com o tempo, ele também se tornou mais um ponto de visitação na fronteira. São trilhas em meio à natureza e animais em recintos confortáveis, que proporcionam uma experiência única para os visitantes.
Mas saindo do percurso turístico, encontramos a unidade de proteção ambiental, que também desenvolve diversos programas para a conservação da biodiversidade. A equipe composta por mais de 30 pessoas tem à disposição uma grande estrutura que conta com laboratórios médicos e de pesquisa, farmácia, incubadoras, cozinha e recintos específicos para espécies no programa de reprodução. Das quase 50, cerca de oito estão nele.

Zooparque Itatiba – Um zoológico diferente 

Na década de 90, surgiu no interior de São Paulo um zoológico com uma proposta inovadora. A ideia do Zooparque Itatiba era reproduzir da forma mais real possível o habitat natural de diversas espécies de animais.
Os anos passaram, mas os ideais permaneceram. Tanto que o local também passou a realizar programas de reprodução com espécies ameaçadas de extinção. E o reconhecimento foi tão grande que um zoológico da Áustria enviou um casal de girafas muito ameaçadas de extinção para o Zooparque. O objetivo era nobre: resgatar a espécie.

Confira a matéria completa com imagens e trechos exclusivos no site Web Rádio Água através deste link

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Conheça o Circovírus, a Doença de Bico e Penas comum em psitacídeos

A Doença de Bico e Penas ou Circovírus é uma doença causada por um DNA vírus pertencente à família Circoviridae. É uma doença crônica, caracterizada pela distrofia e perda de penas, deformidade do bico e morte. A doença é descrita como sendo muito comum em psitaciformes selvagens e cativos na Austrália, e em outros países encontrada em psitacídeos cativos.
A maioria das espécies de papagaios podem ser infectados pelo vírus e estudos recentes têm mostrado que o PBFDV tem causado problemas de plumagens em algumas espécies de periquitos e ringnecks.


O vírus infecta aves com menos de 3 anos de idade e é transmitido da mãe para o ovo ou diretamente para os filhotes, as partículas virais podem ser espalhadas nas penas por correntes de ar, fezes secas ou até mesmo nas vestimentas do manipulador das aves. Os materiais dos ninhos, fórmulas alimentares, utensílios de alimentação, redes, transportadores de aves, podem ser facilmente contaminados pelo vírus. Uma vez que as partículas virais podem permanecer viáveis no ambiente por meses, mesmo depois da morte da ave, há um alto potencial da infecção se espalhar em todo o plantel.


A infecção pelo vírus deve ser suspeitada em qualquer ave que mostre perda progressiva das penas e desenvolvimento anormal das mesmas. O primeiro sinal clinicamente detectável do PBFDV é o surgimento de penas anormalmente formadas. A maioria das aves infectadas morrem entre os 6-12 meses a partir do início dos sinais clínicos, no entanto, algumas aves sobrevivem entre 10-15 anos e se tornam portadores crônicos. A morte geralmente ocorre por infecções secundárias por bactérias, fungos, parasitas ou outros vírus.
A triagem para PBFDV deve ser realizada para qualquer nova compra ou inserção de ave ao plantel, uma vez que aves portadoras do vírus podem apresentar penas perfeitamente normais. Mesmo que apenas uma ave seja portadora, o vírus pode ser espalhar rapidamente para todo o plantel.


A técnica de PCR (Polymerase Chain Reaction) é uma ferramenta molecular altamente sensível e específica, tornando-se muito importante na detecção do PBFDV e no auxílio da discriminação de outras doenças que também levam ao desenvolvimento anormal das penas, como traumas, infecções bacterianas ou fúngicas nos folículos das penas, outras infecções virais, má nutrição, problemas hormonais e reações a medicamentos. A elevada sensibilidade e especificidade da técnica de PCR também aumenta o sucesso na triagem de aves portadoras, que podem apresentar baixo nível de carga viral.

Para mais informações acesse nossa loja virtual através do link http://bit.ly/lojacircovirus ou entre em contato conosco através do telefone (44)3029-9660 ou pelo e-mail atendimento@scbiotec.com.br, será um prazer atendê-lo.

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